quinta-feira, 11 de abril de 2013
Classe de personagem- Monge
Monges
Seus punhos são suas armas, sua pela é a sua armadura. Com Músculos tão firmes quanto uma rocha e movimentos tão leves quanto o vento, buscam a perfeição de corpo, mente e alma. Conhecidos por levar uma vida Ascética em monastérios são disciplinados desde pequenos a serem guerreiros versáteis, indiferentes ao mundano, mesmo descalços e trajando roupas simples, mostram toda a sua majestade através de movimentos graciosos, firmes e sincronizados. Unindo as capacidades do corpo com os mistérios da mente, chegam a perfeição do espirito, sendo capazes de realizar façanhas extraordinárias, como segurar flechas em pleno voo e saltar a longas distâncias. As suas habilidades de combate o qualificam como um excelente lutador na linha de frente. Sua velocidade auxilia em situações onde seus companheiros precisam ser resgatados de situações perigosas e poderá percorrer longas distâncias em curto espaço de tempo, podendo atuar como um bom batedor.
Não usam magia, pelo menos não como a conhecemos, mas entendem e controlam a energia vital do próprio corpo, energia conhecida como chi que lhe permite permite potencializar suas capacidades marciais.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Alinhamentos D&D
[Matheus Marraschi]
Meu camarada Maurício Alonzo Jacob (http://migre.me/e3FFL) me passou um material interessante na semana passada. Ele fez um doc com textos de vários livros de D&D que falam sobre alinhamento (ou tendência). É uma boa fonte e dá ótima dicas de interpretação referente a alinhamento. Eu sugiro que façam o download para conferir :)
DOWNLOAD: http://migre.me/e3FBI
Bons jogos! :)
terça-feira, 9 de abril de 2013
Relato de aventura- All Flesh Must Be Eaten
[Matheus Marraschi]
Estou aqui para anunciar a morte de um personagem da minha mesa de 'All Flesh Must Be Eaten' (Apocalipse Zumbi). O Doutor Benjamin Archer morreu na sexta sessão de jogo. Segue abaixo um breve relato sobre o ocorrido. Confiram, por favor? :)
(...)
O doutor Benjamin Archer e o padre Di Gevolx trocavam farpas frequentemente. O médico cético formado na universidade Tulane (Nova Orleans) e o padre de origens italianas, radicado nos Estados Unidos. Em uma tentativa pífia de apaziguarem as diferenças, partiram juntos para Castellon Pharmacy (farmácia), a fim de conseguir remédios para o velho Frank, que sofria distúrbios psicológicos gerados pela perda de sua esposa. As bulas das antigas embalagens serviam como mapas que os guiaram até os remédios naquelas estantes reviradas. Um ato nobre e uma decisão tomada tão somente por ambos, que em breve se transformaria num pesadelo. Di e Benjamin se preocuparam tanto com os mortos, que esqueceram como os vivos podem ser perigosos.
A busca por medicamentos resultou num sequestro que os enclausurou em um apartamento. O prédio dilapidado, com infiltrações e desolação servia de refúgio para um grupo resistente formado por membros de gangue, traficantes e até mesmo policiais. Homens degenerados que saciavam a abstinência sexual com estupros e a fome com saques e mortes. Pulando rapidamente o quão tortuosa foi a viagem dentro da van até o apartamento, lá um definitivo interrogatório se iniciou. O traficante irlandês chamado Sullivan fez as perguntas, e tudo que ele queria saber era onde a dupla estocava os suprimentos. Pagando pela própria língua, Benjamin Archer tentara ludibriar o homem de influente sotaque, mas se enrolou, sendo vítima das próprias palavras. Ali se iniciou o terror...
O médico fora espancado e torturado na frente de seu companheiro. Jogado ao chão após uma série de socos e, posteriormente chutado no rosto, Benjamin teve quatro de seus dedos cortados por se recusar a responder. O cheiro de mofo, urina e vômito permeava no apartamento,enquanto o chão se lavava com sangue. Aos gritos, Gevolx tentava fazê-los parar, mas estes eram abafados pelos gritos de dor do Benjamin. Sujo com seu próprio sangue, vomitado e mijado, o doutor Archer já estava em estado de choque, apenas esperando a morte quando as respostas foram obtidas. Não era medo de entregar só a comida a aqueles homens que manteve a boca de Benjamin calada, mas também o medo de entregar o local onde se refugiavam seus amigos, mulheres e um idoso.
Em um mundo marcado pela destruição, cujos homens são guiados pelos mais ferais instintos de sobrevivência, os heróis morrem cedo.
(...)
[DIÁLOGO QUE ANTECEDEU AS MUTILAÇÕES QUE CAUSARAM A MORTE DE BENJAMIN ARCHER]
_O que você fazia antes dessa merda toda acontecer? -Pergunta Sullivan, que se ajeitava numa cadeira a frente de Benjamin.
_Eu era... médico! -Responde Benjamin com dificuldade e serias escoriações no rosto, após ser agredido por dois homens.
_Médico? Hmm... Realmente impressionante.
Benjamin cospe sangue.
_Meus amigos fizeram um belo estrago no seu rosto, hein?
_Nada que eu não possa resolver. -Sorri Benjamin com sangue nos dentes.
_Então me responda, doutor. De quantos dedos você precisaria nas mãos pra resolver esse problema? -Questiona Sullivan com um sorriso sarcástico.
sábado, 6 de abril de 2013
O paladino
[Matheus Marraschi]
"O Epílogo de um Herói"
TEMA: http://migre.me/bPVuL
Depois de tanto levantar sua espada em prol da justiça, depois de tanto punir os algozes da bondade, depois de tanto usar a lâmina fria para selar seus arbítrios, depois de tanto levar a vingança aos culpados em nome dos que não a podiam realizar e, finalmente, depois de ser a personificação e a essência da clemência, o nobre paladino finalmente atingiu seus desígnios. O homem justo que entregou sua vida para defender a bondade, finalmente fora agraciado por sua divindade por meio de um emissário... Um ser celeste, leve como uma pluma e agraciado como o alvorecer, desceu planando em uma forte luz enquanto exibia suas imponentes asas brancas. Nada precisara ser dito para que a mensagem fosse entendida, um único gesto fora mais do que necessário.
Com um suave beijo na testa, o ser etéreo contemplou o bravo paladino com a graça e a gratidão de sua divindade. O nobre homem soube naquele momento que, depois de tanto tempo, sua espada finalmente poderia ser embainhada para sempre. Um leve conforto e uma forte sensação de dever cumprido ao justicar que dedicou sua vida inteira ao altruísmo.
“Se ages contra a justiça e eu permito que assim o faças, então a injustiça é minha.”
_Mahatma Gandhi
O Ranger
[Matheus Marraschi]
Confiram abaixo uma breve narrativa que eu improvisei para homenagear a classe RANGER. Espero que gostem :)
(...)
"Uma luz em dias nefastos"
Tema: http://migre.me/dBuER
"O sol luta para me banhar com a luz alaranjada do crepúsculo, mas é comprimido pelas nuvens negras. Uma noite tempestuosa está por vir, e eu já consigo ouvir os trovões ecoando nas colinas adiante. Fito os olhos para procurar um abrigo, mas não encontro, sequer, uma caverna ou cobertura para me proteger da fúria dos céus. O vento sopra contra a minha passada, como se a própria natureza estivesse contra o meu destino.
Lembro-me da minha família morrendo. Dias como estes servem para me mostrar que certas feridas jamais serão cicatrizadas. Permanecerão abertas até o fim de meus dias. Na minha aljava, poucas flechas. No meu cantil, pouca água. Na minha mochila, tantos pães quanto eu poderia contar numa única mão. Meu joelho dói após tanto caminhar, e minha alma se oprime em tristeza, fazendo com que eu desista de buscar por um abrigo.
Me sento na estrada solitária e contemplo as colinas longínquas, enquanto aguardo a tempestade anunciada pelos severos trovões. Uma lágrima anseia em correr no meu rosto, mas então, volto os olhos para meu amigo que tanto me auxiliou todo este tempo. Acaricio sua pelagem cinza como o céu, e transformo a tristeza de minha alma num sorriso em meu rosto. A noite chega e eu o abraço, adormecendo ao seu lado, e revigorado para mais um dia impetuoso de viagem."
O feiticeiro
[Matheus Marraschi]
Segue abaixo a minha breve homenagem aos Feiticeiros de plantão! Espero que gostem :)
(...)
O HERDEIRO DE SANGUE
Tema: http://migre.me/cfU3n
"Consigo sentir a magia percorrendo em minha veia junto ao meu sangue. Com o abrir das pálpebras, posso enxergar as fibras da trama tecendo o mundo ao meu redor, e com um leve gesto consigo criar e manipular o fogo, a terra, o ar e água. Não posso realmente compreendê-la, mas posso controlá-la, porque ela nasceu comigo. Uma herança de sangue, da qual não posso me desfazer ou me esconder, pois ela percorre no interior do meu corpo, adormecendo os meus sentidos e fornicando a minha mente. E mesmo sem compreendê-la por completo, eu consigo moldá-la aos meus caprichos, tecendo levemente a trama conforme os meus desígnios. Meus inimigos me temem, por não conseguirem me decifrar, mal sabem eles que nem eu me conheço... Cada dia é uma luta diária, preciso dominá-la, para que ela não me domine.
Não conheço meu ancestral, tampouco sua índole, mas a julgar pelas minhas capacidades, presumo que seja uma criatura mística, poderosa, ou talvez lendária. Portanto, o que me resta a fazer é permanecer nessa luta interna, controlando para não ser controlado e usando o que me foi dado ao meu favor. Se a herança foi uma benção ou maldição? Isso dependerá unicamente de mim."
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)




