[Matheus Marraschi]
Breve prefácio do sétimo capítulo das Crônicas dos Mortos (minha campanha de Apocalipse Zumbi; AFMBE). O capítulo foi iniciado com um incêndio criminoso, causado por um traidor do grupo (este tinha a intenção de assassinar a todos e atrair a horda que perambulava incansavelmente aquele bairro (6h Avenue). O incêndio fora responsável por destruir o abrigo e todos os suprimentos do grupo, além de ferir e tirar algumas vidas. Espero que gostem.
(...)
(Capítulo 7: Da Chama às Cinzas)
Tema: http://migre.me/fRyki
Tão misterioso e imprevisível é este elemento, que teimamos em tentar controlar... Capaz de nos matar ou purificar, queimar ou aquecer.
Um terrível incêndio marca o início deste capítulo, que é o antepenúltimo da nossa trama. Incertos são os caminhos a serem tomados a partir daqui, mas uma certeza nos resta: Onde houve fogo, haverá cinzas.
"Não temo ao fogo que me adverte com suas chamas,mas livrai-me da brasa moribunda que se esconde sobre as cinzas."
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segunda-feira, 26 de agosto de 2013
domingo, 11 de agosto de 2013
Em busca do chi dos dragões
Estou narrando uma campanha de TRPG onde os aventureiros já experientes (10° nível) estão contribuindo para o processo de repovoação de Tamura após a expulsão da Tormenta. Apesar dela sido eliminada, ainda restaram resquícios de sua antiga presença e certos efeitos da chuva demoníaca ainda se fazem presente em menor quantidade e frequência.
Vamos ao relato:
Shiro Nomatsu lidera o processo através de uma comunidade ainda pequena, quase um acampamento militar de pequeno porte com uma força militar própria e com a ajuda de bravos aventureiros dispostos a ajuda-lo em troca de terras, honras e glorias. Para isso ele levou um dos avatares de uma das antigas divindades menores da ilha, o Dragões Ryuu da água no avatar de uma Karpa. Basicamente, antes da Tormenta tomar conta de Tamura, o Dragão do vácuo conseguiu espalhar a essência dos 4 com o seu poder, dividindo suas essenciais e memorias por toda Arton. O representante da água foi encontrado como uma mercadoria em Vectora e por sorte comprado por um dos membros da nobreza Tamuriana de Ni Tamura. O avatar foi levado para ilha em uma das primeiras expedições e levou o poder revitalizador da água permitindo uma melhor vivencia humana.
Anos se passaram sem saber o paradeiro dos outros avatares até que um simples camponês é ressuscitado, após morrer trucidado em um ataque goblonoide, por um paladino de Thyatis e tem como missão divina levar uma mensagem ao sumo sacerdote do deus Li Wu que está na ilha ( mesmo que ele não entenda o motivo da mensagem, mas deve entrega-la já que o deus da ressurreição lhe agraciou com outra vida!). Ele passa por muitas dificuldades e entrega a mensagem. A mensagem indica que eles devem ir até a parte norte da ilha para encontrar a outra criatura. Shiro reúne os melhores homens do acampamento (os jogadores, afinal de contas eles são de 10° nível!)
Vamos ao relato:
Shiro Nomatsu lidera o processo através de uma comunidade ainda pequena, quase um acampamento militar de pequeno porte com uma força militar própria e com a ajuda de bravos aventureiros dispostos a ajuda-lo em troca de terras, honras e glorias. Para isso ele levou um dos avatares de uma das antigas divindades menores da ilha, o Dragões Ryuu da água no avatar de uma Karpa. Basicamente, antes da Tormenta tomar conta de Tamura, o Dragão do vácuo conseguiu espalhar a essência dos 4 com o seu poder, dividindo suas essenciais e memorias por toda Arton. O representante da água foi encontrado como uma mercadoria em Vectora e por sorte comprado por um dos membros da nobreza Tamuriana de Ni Tamura. O avatar foi levado para ilha em uma das primeiras expedições e levou o poder revitalizador da água permitindo uma melhor vivencia humana.
Anos se passaram sem saber o paradeiro dos outros avatares até que um simples camponês é ressuscitado, após morrer trucidado em um ataque goblonoide, por um paladino de Thyatis e tem como missão divina levar uma mensagem ao sumo sacerdote do deus Li Wu que está na ilha ( mesmo que ele não entenda o motivo da mensagem, mas deve entrega-la já que o deus da ressurreição lhe agraciou com outra vida!). Ele passa por muitas dificuldades e entrega a mensagem. A mensagem indica que eles devem ir até a parte norte da ilha para encontrar a outra criatura. Shiro reúne os melhores homens do acampamento (os jogadores, afinal de contas eles são de 10° nível!)
quarta-feira, 3 de julho de 2013
AFMBE - Apocalipse de Zumbi
[Matheus Marraschi]
Estou aproveitando a brecha aqui no trampo pra fazer umas notas a respeito da próxima sessão de Crônicas dos Mortos (minha campanha de AFMBE - Apocalipse de Zumbi). Dá ultima vez que jogamos, encerramos uma temporada (mês passado). Estamos voltando esse fim de semana, mas não de onde paramos (em que os personagens estavam em um abrigo confortável e possuíam um considerável estoque de suprimentos). No jogo se passaram três meses desde a última sessão. Tempo suficiente para que as provisões se esgotem e a infecção se alastre com mais ferocidade nas ruas depredadas das cidades.
Será que muita coisa muda em três meses num cenário devastado pelo caos? Bem, eu não sei, mas os jogadores descobrirão em breve. Uma coisa, pelo menos, eu posso afirmar: A escassez de alimento vai provar de uma vez por todas que devemos sempre temer mais os vivos do que os mortos!
Welcome to the jungle, baby! MUAHAHAHAHA
Estou aproveitando a brecha aqui no trampo pra fazer umas notas a respeito da próxima sessão de Crônicas dos Mortos (minha campanha de AFMBE - Apocalipse de Zumbi). Dá ultima vez que jogamos, encerramos uma temporada (mês passado). Estamos voltando esse fim de semana, mas não de onde paramos (em que os personagens estavam em um abrigo confortável e possuíam um considerável estoque de suprimentos). No jogo se passaram três meses desde a última sessão. Tempo suficiente para que as provisões se esgotem e a infecção se alastre com mais ferocidade nas ruas depredadas das cidades.
Será que muita coisa muda em três meses num cenário devastado pelo caos? Bem, eu não sei, mas os jogadores descobrirão em breve. Uma coisa, pelo menos, eu posso afirmar: A escassez de alimento vai provar de uma vez por todas que devemos sempre temer mais os vivos do que os mortos!
Welcome to the jungle, baby! MUAHAHAHAHA
quarta-feira, 8 de maio de 2013
"A Dança da Serpente Fantasma"
[Matheus Marraschi]
Preparei essa breve narrativa para descrever um ritual Picto interessante, descrito no livro básico do Conan D20. Confiram abaixo...
(...)
"A Dança da Serpente Fantasma"
Dança da Serpente Fantasma é o nome dado a um terrível ritual Picto que transfere a alma de um homem para o corpo de uma serpente, e vice-versa. Rumores de homens brancos da Aquilonianos ressaltam que, após a demorada e torturante transferência, as almas ficam desorientadas e nenhuma tem conhecimento sobre seu 'novo corpo'. Ambos os corpos são considerados indefesos, fazendo movimentos estranhos no chão, com olhares vazios e assustadores. Tão impotentes que, sozinhos, morreriam de fome. O ritual é executado ao redor de uma grande fogueira de cinco metros, que banha a noite com a grande luminosidade alaranjada. Cantos sinistros preenchem o silêncio, e tornam tudo ainda mais terrificante.
Após um bom tempo gasto com os corpos se debatendo de forma patética e humilhante, ambos tem suas vidas, finalmente, arrancadas. O sangue da serpente e do homem banha o solo em homenagem ao grande Feiticeiro Picto, responsável por conduzir toda o ritual. Este se mostra mais poderoso e revigorado para dar continuidade a grande cerimônia tribal até que a lua dê lugar ao sol.
(...)
"Balthus reconheceu o monstro das antigas lendas. Viu, e conhecia a maligna e ancestral serpente que ali rastejava. A cabeça em forma de cunha, e seu corpo de tambor reluzindo pálido, propagando atrás de si. Uma língua bifurcada apontava para dentro e para fora, e a luz da fogueira brilhava em suas presas nuas."
_Além do Rio Negro.
sábado, 27 de abril de 2013
Campanha- O omniverso
Tive que dar um tempo na campanha de Rokugan e atender a uma necessidade da galera de narrar uma campanha épica usando tudo que já foi lançado de D&D3.5. Confesso que acho uma salada desconexa aquela enxurrada de suplementos e unir todos eles em um cenário especifico só poderia ser possível de uma forma; criando um universo próprio. Criei uma temática simples que comporta personagens de nível épico em um mundo épico, fazendo adaptações e referências a conceitos e histórias de fontes diversas, seja de livros, mitologia, filmes e séries e explorando mais detalhadamente suplementos como o manual dos planos. O nome da campanha, assim como o nome do mundo em si é genérico retirado do manual dos planos como um termo usado para um conjunto de elementos de um universo em si e não O universo, mas na minha campanha ele é O universo, um lugar de fantasia exagerada, onde os mortais cultuam deuses e os deuses cultuam entidades cósmicas. Abaixo estão os background dos jogadores. Suas histórias estão relacionadas com uma cidade chamada Shibusen, protegida pela essência de um ex-deus da morte que serve como um campo de anti magia e outras proteções para evitar ataques a população, já que as criaturas, assim como esse mundo, é épico e os fracos não tem muitas chances, sem habilidades extraordinárias de sobrevivência ou a proteção de algum "patrono".
Como sendo uma extrapolação do D&D3.5 e uma vontade do grupo de usar e abusar do sistema, este é um cenário de experimentação e fica aqui exposto, caso queira pegar alguma ideia emprestada para usar nas suas campanhas. Fique a vontade, serão feitos relatos das aventuras aqui para quem quiser acompanhar e que comece a aventura!
sábado, 20 de abril de 2013
Ecos da agonia
[Matheus Marraschi]
Confiram abaixo uma cena tentsa que ocorreu em minha mesa de jogo. Fiquem a vontade para aproveitarem o que quiserem na mesa de vocês. :)
Ps. Confira essa narrativa antes, para entender melhor a postada aqui: http://migre.me/ecrUv
segunda-feira, 15 de abril de 2013
"O inimigo Invisível"
[Matheus Marraschi]
Na breve narrativa abaixo, o grupo recebe os serviços de Lanseril Manto de Neve. O elfo os guia pelas muitas estradas que cortam as cadeias montanhosas de Uruk Nasad (Vale da Batalha) a fim de conduzi-los as cavernas escondidas da grande montanha.
(...)
terça-feira, 9 de abril de 2013
Relato de aventura- All Flesh Must Be Eaten
[Matheus Marraschi]
Estou aqui para anunciar a morte de um personagem da minha mesa de 'All Flesh Must Be Eaten' (Apocalipse Zumbi). O Doutor Benjamin Archer morreu na sexta sessão de jogo. Segue abaixo um breve relato sobre o ocorrido. Confiram, por favor? :)
(...)
O doutor Benjamin Archer e o padre Di Gevolx trocavam farpas frequentemente. O médico cético formado na universidade Tulane (Nova Orleans) e o padre de origens italianas, radicado nos Estados Unidos. Em uma tentativa pífia de apaziguarem as diferenças, partiram juntos para Castellon Pharmacy (farmácia), a fim de conseguir remédios para o velho Frank, que sofria distúrbios psicológicos gerados pela perda de sua esposa. As bulas das antigas embalagens serviam como mapas que os guiaram até os remédios naquelas estantes reviradas. Um ato nobre e uma decisão tomada tão somente por ambos, que em breve se transformaria num pesadelo. Di e Benjamin se preocuparam tanto com os mortos, que esqueceram como os vivos podem ser perigosos.
A busca por medicamentos resultou num sequestro que os enclausurou em um apartamento. O prédio dilapidado, com infiltrações e desolação servia de refúgio para um grupo resistente formado por membros de gangue, traficantes e até mesmo policiais. Homens degenerados que saciavam a abstinência sexual com estupros e a fome com saques e mortes. Pulando rapidamente o quão tortuosa foi a viagem dentro da van até o apartamento, lá um definitivo interrogatório se iniciou. O traficante irlandês chamado Sullivan fez as perguntas, e tudo que ele queria saber era onde a dupla estocava os suprimentos. Pagando pela própria língua, Benjamin Archer tentara ludibriar o homem de influente sotaque, mas se enrolou, sendo vítima das próprias palavras. Ali se iniciou o terror...
O médico fora espancado e torturado na frente de seu companheiro. Jogado ao chão após uma série de socos e, posteriormente chutado no rosto, Benjamin teve quatro de seus dedos cortados por se recusar a responder. O cheiro de mofo, urina e vômito permeava no apartamento,enquanto o chão se lavava com sangue. Aos gritos, Gevolx tentava fazê-los parar, mas estes eram abafados pelos gritos de dor do Benjamin. Sujo com seu próprio sangue, vomitado e mijado, o doutor Archer já estava em estado de choque, apenas esperando a morte quando as respostas foram obtidas. Não era medo de entregar só a comida a aqueles homens que manteve a boca de Benjamin calada, mas também o medo de entregar o local onde se refugiavam seus amigos, mulheres e um idoso.
Em um mundo marcado pela destruição, cujos homens são guiados pelos mais ferais instintos de sobrevivência, os heróis morrem cedo.
(...)
[DIÁLOGO QUE ANTECEDEU AS MUTILAÇÕES QUE CAUSARAM A MORTE DE BENJAMIN ARCHER]
_O que você fazia antes dessa merda toda acontecer? -Pergunta Sullivan, que se ajeitava numa cadeira a frente de Benjamin.
_Eu era... médico! -Responde Benjamin com dificuldade e serias escoriações no rosto, após ser agredido por dois homens.
_Médico? Hmm... Realmente impressionante.
Benjamin cospe sangue.
_Meus amigos fizeram um belo estrago no seu rosto, hein?
_Nada que eu não possa resolver. -Sorri Benjamin com sangue nos dentes.
_Então me responda, doutor. De quantos dedos você precisaria nas mãos pra resolver esse problema? -Questiona Sullivan com um sorriso sarcástico.
quarta-feira, 27 de março de 2013
Uma longa madrugada
[Matheus Marraschi]
Confiram abaixo a narrativa de uma cena tensa, ocorrida na minha última sessão de AFMBE (apocalipse de zumbis). Espero que gostem! :)
(...)
"Uma longa madrugada"
Tema: http://migre.me/dRGG0
terça-feira, 26 de março de 2013
Relatos de aventura- All Flesh Must Be Eaten
[Matheus Marraschi]
Acompanhem abaixo a narrativa que fechou a última sessão (quinta sessão de jogo) que eu mestrei em minha mesa de "All Flesh Must Be Eaten". Após terminarem de ler, me respondam: Será que os jogadores ficaram cagados? HAHAHA
(...)
"O Véu Soturno da Noite"
Tema: http://migre.me/dQP63 (Começa a tocar a partir do quarto parágrafo)
terça-feira, 12 de março de 2013
Os Fantasmas de Outrora
[Matheus Marraschi]
Segue abaixo o prefácio do 14º capítulo da minha campanha. Aquela de D&D que já está em dois anos de duração, lembram? Nesse capítulo os personagens serão assombrados por erros cometidos bem no inicio do jogo (mais precisamente nos 5 primeiros meses). Confiram :)
(...)
14º Capítulo: Os Fantasmas de Outrora
Tema: http://migre.me/dDGKJ
Durante anos, a família Ryltar atuou na nobreza Cormyriana. Foram anos prósperos de influência e dedicação. Porém, o corrompido Ancirius, futuramente, veio a se tornar o chefe de família nobre mais jovem de Cormyr através de uma onda de assassinatos. O sangue de todos os seus familiares fora derramado sob a vontade de Cyric. Solitário e oculto pelo véu da traição, Ancirius (cuja dedicação era inteiramente ao sol negro) usou de ouro desviado da Coroa e da Corte Real para financiar pequenos cultos a Cyric. Cultos estes que se transformaram em células, igrejas e até mesmo refúgios militares. A cobiça cresceu significativamente na alma do homem atormentado quando os manuscritos de sangue foram desenterrados. O corvo negro moveu cada soldado, cada acólito, cada assassino e cada mercenário de seu contingente negro para encontrar essa relíquia, que acabou caindo em seus braços como um presente.
segunda-feira, 11 de março de 2013
Crepúsculo a nova ordem imperial IV
E nessa última sessão fechamos um arco de história com o grupo na muralha, uns voltando e outros indo pela primeira vez. Shanrizan irá cumprir um ano de serviço militar na muralha, antecipado por conta da invasão do território dos garças que por questões diplomáticas os garças enviaram alguns dos seus antes do tempo, já que mais cedo ou mais tarde, todo garça de ferro deverá honrar a sua família em meio aos pelotões caranguejos.
Depois que enfrentaram os bakemonos e encontraram o membro de uma misteriosa organização criminosa, arrumaram as suas coisas a voltaram com os magistrados para o terreno dos caraguejos, mas no meio do caminho o inesperado ocorreu. Por sorte, Shanrizan, ao apreciar a sua espada recém ritualizada pelos membros do seu clã, percebe atrás do novo brilho dela que a figura de um dos magistrados revela-se ser uma criatura esquisita, maior do que ele mesmo e magricela com a pela acinzentada. Entendendo que se trata de algum tipo de disfarce, aproxima se do pseudo magistrado e tenta corta-lhe a garganta, mas só consegue ferir o ombro. A criatura salta da carruagem e corre em direção ao mato e é perseguida pleo seu agressor que o captura e o traz de volta, corpo inerte já que para detê lo, o garça de ferro teve que aplicar um golpe preciso. Nesse momento, todos estão abismados e a desconfiança entre os membros da comitiva é generalizada, mas graças a observação da criatura, prece-se que o sangue dela é cinzento ou marrom e que um simples corte aliviaria a desconfiança que todos e assim todos se sentem mais seguros, o segundo magistrado de fato era humano e estava tão surpreso quanto os outros.
O plano que se atribui as terras sombrias é desfeito que é o de infiltrar um espião na muralha, sabe-se lá para que. A segurança é reforçada em todos os pontos da muralha graças aos jogadores que agora descansam e preparam-se para participar de um dos grupos de exploração as terras sombrias e assim será por um longo e cansativo ano, uma rotina perigosa em prol da segurança do todo o império de jade.
Depois que enfrentaram os bakemonos e encontraram o membro de uma misteriosa organização criminosa, arrumaram as suas coisas a voltaram com os magistrados para o terreno dos caraguejos, mas no meio do caminho o inesperado ocorreu. Por sorte, Shanrizan, ao apreciar a sua espada recém ritualizada pelos membros do seu clã, percebe atrás do novo brilho dela que a figura de um dos magistrados revela-se ser uma criatura esquisita, maior do que ele mesmo e magricela com a pela acinzentada. Entendendo que se trata de algum tipo de disfarce, aproxima se do pseudo magistrado e tenta corta-lhe a garganta, mas só consegue ferir o ombro. A criatura salta da carruagem e corre em direção ao mato e é perseguida pleo seu agressor que o captura e o traz de volta, corpo inerte já que para detê lo, o garça de ferro teve que aplicar um golpe preciso. Nesse momento, todos estão abismados e a desconfiança entre os membros da comitiva é generalizada, mas graças a observação da criatura, prece-se que o sangue dela é cinzento ou marrom e que um simples corte aliviaria a desconfiança que todos e assim todos se sentem mais seguros, o segundo magistrado de fato era humano e estava tão surpreso quanto os outros.
O plano que se atribui as terras sombrias é desfeito que é o de infiltrar um espião na muralha, sabe-se lá para que. A segurança é reforçada em todos os pontos da muralha graças aos jogadores que agora descansam e preparam-se para participar de um dos grupos de exploração as terras sombrias e assim será por um longo e cansativo ano, uma rotina perigosa em prol da segurança do todo o império de jade.
terça-feira, 5 de março de 2013
Bem Vindos ao Inferno
[Matheus Marraschi]
Segue abaixo a descrição da cena que sucedeu a introdução da minha mesa de All Flesh Must Be Eaten (a introdução durou duas sessões, e a cena abaixo marcava o início da terceira). Ela apresenta parte do cenário aos personagens... Confiram abaixo :)
(...)
"Bem Vindos ao Inferno"
Tema: http://migre.me/dwuuV
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
"Fragmentos da mente de Azrael"
[Matheus Marraschi]
Com a morte de Balthar, Azrael (membro da aliança do escudo) inevitavelmente se distanciou do grupo. O Mago precisava ficar sozinho com seus pensamentos, em uma viagem rumo ao norte do Vale das Sombras, onde o próprio seria encarregado de revelar os últimos acontecimentos nefastos a Aritana. O mago, muitas vezes apontado como a fonte (indiretamente) de todos os infortúnios causados a aliança, sabia que era ele quem deveria ser enterrado, e não Balthar. Portanto ganhar as planícies que levavam a Aritana era tudo que poderia ser feito para aliviar tanta dor. Muitas palavras formavam frases, que por fim resultavam em indagações na mente fragmentada e atormentada de Azrael, que indiretamente se culpava pela morte do companheiro, enquanto o peregrino solitário caminhava a passos lentos rumo ao prólogo de sua redenção.
NOTA: Balthar, o druida (nativo da floresta da fronteira) que caminhava ao lado da aliança do escudo, finalmente descobriu o respondável pela ruína de seus ancestrais. Este era o próprio Azrael, filho de Azamir, membro da sociedade do escudo, e seu amigo! O mago, que possuía uma grandiosidade arcana adormecida em seu corpo franzino, fora dominado por uma runa de Alastarte e forçado a servir seus caprichos (que incluía o extermínio do círculo druídico folha prateada). O ímpeto frenético de Balthar por vingança o levou a atacar seu próprio amigo inescrupulosamente, enquanto Alastarte (a fonte de tanta desgraça) usou de seus dons atacá-lo por trás, conduzindo o jovem druida a morte. Azrael, que sofrera ataques mortais de Balthar sem erguer, sequer, um punho, usou de suas ultimas forças para desferir um poderoso raio contra a feiticeira tenebrosa, que nada esboçou, senão, um olhar de desaprovação para com a sua cria... E isto é relatado abaixo conforme as palavras do próprio mago.
(...)
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
A morte de Balthar Folha Prateada
[Matheus Marraschi]
Leia abaixo um relato/homenagem a Balthar Folha Prateada. Um druida oriundo da floresta da fronteira. Personagem da minha mesa que, infelizmente, morreu na última sessão (sexta passada)...
(...)
Crepúsculo a nova ordem imperial lll
Continuando os relatos de aventura, praticamente concluímos a primeira história dessa campanha ( invasão pirata), onde apenas um jogador perdeu o personagem. Esse ataque envolve muito mais motivações do que apenas matar, pilhar e destruir, o que os player poderão comprovar ao longo dos acontecimentos futuros.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Relato de campanha no mundo das trevas
Verdade seja dita, as sessões eram muito divertidas, não jogava, mas escutava os relatos e bolava de rir, esse grupo sabia se divertir, mesmo nas desventuras cômicas de Amancio Word xD
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Tramas de Seda
[Matheus Marraschi]
Segue abaixo uma narrativa que eu criei pra ambientar a chegada do meu grupo Floresta das Aranhas (Terra dos Vales). Espero que gostem :)
(...)
"Tramas de Seda"
Tema: http://migre.me/deBh3
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Relatos de aventura- Rokugan- Parte 2
Na sessao passada o Falber perdeu o seu personagem e já voltou com outro, confiram no vídeo o Background
Se você quiser ver o começo dos relatos dessa campanha, clique AQUI.
Se você quiser ver o começo dos relatos dessa campanha, clique AQUI.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Campanha: Crepúsculo a nova ordem imperial
Começamos a rolar os dados e nesse período inicial, temos o background e os primeiros passos de dois jogadores dessa campanha.
Confira o primeiro aqui:
E o segundo aqui:
Yushin acorda cedo e em sua rotina diária no monastério em que vive a anos, dirige-se até ao pico da meditação, como de costume. Em posição de lótus, virado para o nascer do sol em um dos vários montículos espalhados pela área rochosa que antecede o precipito que termina em forma de ponta em direção ao vazio de uma queda livre. A sua concentração é profunda e os seus pensamentos mesclam-se com a natureza ao seu redor, torna-se únicos, duas partes de um todo, em perfeita comunhão. Exatamente por essa união, ele percebe a vibração do ar com a chegada de um corpo estranho nessa teia de tranquilidade. Lentamente ele abre os olhos, quando uma voz chega em seus ouvidos. Trata-se de Mirumoto Sanju, samurai do clã Dragão. Sanju o convida a fazer parte de uma viaje até o território do clã Garça que formalmente realiza uma festa de aniversario a um dos nobres da região e que aproveitou a oportunidade para convidar alguns representantes do clã para festejar e discutir certos assuntos importantes sobre a segurança do império. Yushin aceita de bom grado e até considera uma honra, quando o samurai parte e o aguardará no templo ao final da tarde.
Enquanto isso, nas terras da Garça, Sharizan Daidoji encontra-se de joelho, curvado sobre um pergaminho, escutando atentamente aos ensinamentos de sua mãe, Rin Daidoji. Ela macera ervas em um mecanismo simples de vai e vem, curvada, indo e vindo, lentamente, enquanto fala ao seu filho: “Shari, cuidado com aquilo que sai da sua boca, palavras ditas, nunca serão esquecidas”. Essa frase encerra um conjunto de lições registradas em 13 rolos de pergaminhos, escritos ao longo de uma semana, logo após a realização do Gempukku do jovem Sharizan. Nisso, chega o seu tio e leva-o para ter lições com o chefe da família, o seu pai; Shin Daidoji. Sharizan recebe lições sobre estratégias, não apenas com a espada, mas com as palavras também e é repreendido com um golpe no ombro que fica dolorido, ao falar o que não deve e responder a coisa errada para a pessoa errada. Seu pai já é bem velho, contando 104 anos e já fala com certa dificuldade, curvado pela idade, porém, ainda mantém uma voz inspiradora e limpa, apesar de um pouco arrastada. Aqui, Sharizan aprende que uma palavra tem o poder de prosperar a paz ou incitar a guerra, dependendo de quem e como a profere. Que a comunicação é uma arma tão poderosa quanto a espada e se souber como usá-la, raras vezes será preciso sacar a espada. Sharizan também treina o seu Iaijutsu com o seu tio, marumoto e fica sabendo que terá que acompanha-lo no evento que ocorrerá em suas terras. Nisso, o jovem garça escreve uma carta e confecciona um pássaro na madeira, um artesanato feito com esmero, após inspira-se nas folhas de cerejeiras ao vento cercada com alguns poucos pássaros multicoloridos. Envia tudo a sua futura noiva, Takero Yumi, filha de um comerciante do ramo de Saquê. Envia a carta e a recebe enquanto já partia para o grande evento, sendo enviada e recebida pelo mensageiro de confiança de sua casa. O prestativo serviçal alcança a carruagem e entrega a resposta de sua amada que fica muito feliz com o presente e enche o coração do garça de orgulho e confiança.
Voltando para o monge do Dragão, Yushin prepara-se para sair do seu local de meditação e seguir em direção ao templo, quando escuta o farfalhar das folhas na vegetação que compõe o seu caminho. Escutando atentamente, reconhece, em meio a sussurros e risadinhas, as vozes de três pequenos monges que tem um grande carinho por Yumi e o tratam como um irmão mais velho ou até mesmo como um pai. Os moleques traquinas estavam escondidos, querendo assustá-lo, espreitando “ furtivamente”. O monge mais velho caminho próximo a mata e saca uma pequena que junto a um corpo infantil, revela-se ser Shin. Os outros dois, Shai e Shen, são “ revelados” e fraternalmente repreendidos por perderem tempo com coisas fúteis quando o tempo deles poderia ser melhor aproveitado com o aprimoramento de suas mentes e corpos.
O monge arruma as suas coisas e aguarda o samurai com mais um acompanhante monge do templo. Os três descem com tranquilidade, sem se perder pelas montanhas e no meio do caminho encontram três Buso Tigbanua. Dada as hanilidades do samurai que o acompanham, não seria problema algum derrubar essa quantidade de monstros, mas o problema é a habilidade infectante da criatura que atrás de suas garras transforma as suas vitimas em Busos, meio que uma zumbificação . Os dois monges e o samurai tentam enfrentar as criaturas com cuidado, mas Yushin é ferido e contaminado, mas as feras são derrotadas. Marumoto tenta leva-lo até um curandeiro mais próximo, mas o monge não resiste e a sua transformação é irreversível. Conclusão, Yusin, personagem do Falber é sacrificado pelo samurais que aceita o seu destino com honradamente como o são os monges do Dragão e deixa a sua cabeça ser cortada enquanto a doença/ maldição avançava cada vez mais.
Esse foi o final da 1° sessão do primeiro grupo no universo de Rokugan. Aqui, os eventos foram resumidos. A minha campanha pretende abranger mais de um grupo, rolando história simultaneamente por todo o império de Jade, até chegar ao grande clímax que culminará do título da campanha; Crepúsculo, a nova ordem imperial. Espero que esses registros ajudem-no, seja na sua campanha em Rokugan ou qualquer outro que tenha elementos orientais.
Confira o primeiro aqui:
E o segundo aqui:
Yushin acorda cedo e em sua rotina diária no monastério em que vive a anos, dirige-se até ao pico da meditação, como de costume. Em posição de lótus, virado para o nascer do sol em um dos vários montículos espalhados pela área rochosa que antecede o precipito que termina em forma de ponta em direção ao vazio de uma queda livre. A sua concentração é profunda e os seus pensamentos mesclam-se com a natureza ao seu redor, torna-se únicos, duas partes de um todo, em perfeita comunhão. Exatamente por essa união, ele percebe a vibração do ar com a chegada de um corpo estranho nessa teia de tranquilidade. Lentamente ele abre os olhos, quando uma voz chega em seus ouvidos. Trata-se de Mirumoto Sanju, samurai do clã Dragão. Sanju o convida a fazer parte de uma viaje até o território do clã Garça que formalmente realiza uma festa de aniversario a um dos nobres da região e que aproveitou a oportunidade para convidar alguns representantes do clã para festejar e discutir certos assuntos importantes sobre a segurança do império. Yushin aceita de bom grado e até considera uma honra, quando o samurai parte e o aguardará no templo ao final da tarde.
Enquanto isso, nas terras da Garça, Sharizan Daidoji encontra-se de joelho, curvado sobre um pergaminho, escutando atentamente aos ensinamentos de sua mãe, Rin Daidoji. Ela macera ervas em um mecanismo simples de vai e vem, curvada, indo e vindo, lentamente, enquanto fala ao seu filho: “Shari, cuidado com aquilo que sai da sua boca, palavras ditas, nunca serão esquecidas”. Essa frase encerra um conjunto de lições registradas em 13 rolos de pergaminhos, escritos ao longo de uma semana, logo após a realização do Gempukku do jovem Sharizan. Nisso, chega o seu tio e leva-o para ter lições com o chefe da família, o seu pai; Shin Daidoji. Sharizan recebe lições sobre estratégias, não apenas com a espada, mas com as palavras também e é repreendido com um golpe no ombro que fica dolorido, ao falar o que não deve e responder a coisa errada para a pessoa errada. Seu pai já é bem velho, contando 104 anos e já fala com certa dificuldade, curvado pela idade, porém, ainda mantém uma voz inspiradora e limpa, apesar de um pouco arrastada. Aqui, Sharizan aprende que uma palavra tem o poder de prosperar a paz ou incitar a guerra, dependendo de quem e como a profere. Que a comunicação é uma arma tão poderosa quanto a espada e se souber como usá-la, raras vezes será preciso sacar a espada. Sharizan também treina o seu Iaijutsu com o seu tio, marumoto e fica sabendo que terá que acompanha-lo no evento que ocorrerá em suas terras. Nisso, o jovem garça escreve uma carta e confecciona um pássaro na madeira, um artesanato feito com esmero, após inspira-se nas folhas de cerejeiras ao vento cercada com alguns poucos pássaros multicoloridos. Envia tudo a sua futura noiva, Takero Yumi, filha de um comerciante do ramo de Saquê. Envia a carta e a recebe enquanto já partia para o grande evento, sendo enviada e recebida pelo mensageiro de confiança de sua casa. O prestativo serviçal alcança a carruagem e entrega a resposta de sua amada que fica muito feliz com o presente e enche o coração do garça de orgulho e confiança.
Voltando para o monge do Dragão, Yushin prepara-se para sair do seu local de meditação e seguir em direção ao templo, quando escuta o farfalhar das folhas na vegetação que compõe o seu caminho. Escutando atentamente, reconhece, em meio a sussurros e risadinhas, as vozes de três pequenos monges que tem um grande carinho por Yumi e o tratam como um irmão mais velho ou até mesmo como um pai. Os moleques traquinas estavam escondidos, querendo assustá-lo, espreitando “ furtivamente”. O monge mais velho caminho próximo a mata e saca uma pequena que junto a um corpo infantil, revela-se ser Shin. Os outros dois, Shai e Shen, são “ revelados” e fraternalmente repreendidos por perderem tempo com coisas fúteis quando o tempo deles poderia ser melhor aproveitado com o aprimoramento de suas mentes e corpos.
O monge arruma as suas coisas e aguarda o samurai com mais um acompanhante monge do templo. Os três descem com tranquilidade, sem se perder pelas montanhas e no meio do caminho encontram três Buso Tigbanua. Dada as hanilidades do samurai que o acompanham, não seria problema algum derrubar essa quantidade de monstros, mas o problema é a habilidade infectante da criatura que atrás de suas garras transforma as suas vitimas em Busos, meio que uma zumbificação . Os dois monges e o samurai tentam enfrentar as criaturas com cuidado, mas Yushin é ferido e contaminado, mas as feras são derrotadas. Marumoto tenta leva-lo até um curandeiro mais próximo, mas o monge não resiste e a sua transformação é irreversível. Conclusão, Yusin, personagem do Falber é sacrificado pelo samurais que aceita o seu destino com honradamente como o são os monges do Dragão e deixa a sua cabeça ser cortada enquanto a doença/ maldição avançava cada vez mais.
Esse foi o final da 1° sessão do primeiro grupo no universo de Rokugan. Aqui, os eventos foram resumidos. A minha campanha pretende abranger mais de um grupo, rolando história simultaneamente por todo o império de Jade, até chegar ao grande clímax que culminará do título da campanha; Crepúsculo, a nova ordem imperial. Espero que esses registros ajudem-no, seja na sua campanha em Rokugan ou qualquer outro que tenha elementos orientais.
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